Da maionese não precisa nem falar, todo mundo conhece desde que se entende por gente. Já o prato tem um código e uma senha no verso que me dão acesso a uma área exclusiva do site http://www.hellmanns.com.br/, cheia de informações e receitas pra todo tipo e gosto, pra quem mora sozinho, pra quem quer dar uma incrementada, pros apressadinhos. Ah, e quando eu coloco essa imagem do prato diante da câmera do computador eu vizualizo algumas dessas delícias. Tô desejando muito pelo menos duas opções.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Nham nham nham
Semana passada cheguei em casa e me deparei com uma caixona. Quando abri me deparei com isso:
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Vermelho Vivo
Hoje Pedro Almodóvar completa 60 anos. Sem dúvida um dos meus diretores favoritos, senão O. Adoro as cores vibrantes, adoro a naturalidade, adoro o tesão, adoro o choque, adoro a simplicidade complicada, adoro o descaramento, adoro a falta de vergonha, adoro a loucura, adoro o sentimento exagerado e doentio, enfim... Foi Almodóvar que me resgatou de Hollywood, e a partir daí tive a felicidade de outras grandes paixões, outras descobertas dentro e fora de Hollywood. Talvez o vermelho tenha afetado minha visão e minha mente.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Muro da Vergonha 41
Pastor João Batista Alves de Carvalho
Pra quem não sabe esse senhor teve um artigo publicado hoje no jornal O Dia que é a obra prima da intolerância e da falsa religiosidade. No texto o dito pastor disfarça sua ignorância com informações da Bíblia e de História para condenar o homossexualismo, que ele compara a lepra. Fala até com uma certa saudade dos tempos em que "A execução dos homossexuais consistia de castração, seguida de apedrejamento e queima do corpo em estaca, em plena praça pública". Uma das coisas mais absurdamente ridículas que já vi. Pensei em colocar também o jornal O Dia no Muro da Vergonha, mas a verdade é que a página de opinião está aí para a livre expressão, por mais que nós não concordemos com o que está sendo dito. Também lamento muito pelas pessoas seguidoras da religião desse senhor, que acabam sendo vista pela sociedade pelo mesmo prisma que ele se mostra. Não vou colocar link pro artigo, me recuso.
Pra quem não sabe esse senhor teve um artigo publicado hoje no jornal O Dia que é a obra prima da intolerância e da falsa religiosidade. No texto o dito pastor disfarça sua ignorância com informações da Bíblia e de História para condenar o homossexualismo, que ele compara a lepra. Fala até com uma certa saudade dos tempos em que "A execução dos homossexuais consistia de castração, seguida de apedrejamento e queima do corpo em estaca, em plena praça pública". Uma das coisas mais absurdamente ridículas que já vi. Pensei em colocar também o jornal O Dia no Muro da Vergonha, mas a verdade é que a página de opinião está aí para a livre expressão, por mais que nós não concordemos com o que está sendo dito. Também lamento muito pelas pessoas seguidoras da religião desse senhor, que acabam sendo vista pela sociedade pelo mesmo prisma que ele se mostra. Não vou colocar link pro artigo, me recuso.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Outra cara para a Turma
Tem mais desenhos aqui.
MEU DEUS QUE HOMEM LINDO!

Era o que eu dizia todas as vezes que Montgomery Clift aparecia em "A tortura do silêncio", de Hichcock. E não é força de expressão nem exagero, eu realmente disse isso TODAS AS VEZES! Engraçado que ele é um ator beeem conhecido das antigas, mas eu infelizmente ainda não tinha tido o prazer de tê-lo visto em cena. Cheia de curiosidade e tempo livre fui dar uma pesquisada sobre o dito cujo e descobri que ele era considerado um mega ator e BFF de Elisabeth Taylor, mas se acabou no alcóol e nas drogas, o que na época foi chamado de "o suicídio mais longo de Hollywood". Bah, tenho um oooolho pra homem que não presta...
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Vi e amei: Milk
Aos poucos (e sem pressa) estou assistindo os filmes que ganharam o Oscar no comecinho do ano. Ontem foi a vez de Milk, que recebeu por Melhor Roteiro Original e Melhor Ator pro Senn Penn.Desde a primeira vez que ouvi falar do filme já imaginava que era ótimo, afinal tinha 3 ingredientes que eu amo: história real, Gus Van Saint e Sean Penn. E eu estava certinha, o filme é maravilhoso e me ganhou nos seus primeiros 5 minutos, com diálogos deliciosamente deprimentes e divertidos.
Confesso que nunca tinha ouvido falar de Harvey Milk até começar o bafafá sobre o filme, mas taí uma pessoa fácil de se admirar. Coragem, integridade, humor, uma pitadinha de tudo. Quase uma Pollyana de otimismo.
O filme mostra o comecinho da luta pelos direitos dos homossexuais, lá em 1970, mas não é só sobre isso. É também sobre o funcionamento da democracia e o significado de direitos civis. Em algumas cenas chega a ser engraçado os absurdos que as pessoas contra esses direitos usam como argumento, mas aí você se toca que aquilo não é interpretação nem exagero de roteiro, que na verdade está sendo exibido um vídeo da época, e que todos aqueles absurdos foram ditos e apoiados com convicção.
Van Saint faz muito bem essa mistura dos vídeos reais com o que foi produzido para o filme. Aliás, nos filmes que vi deste diretor tive uma sensação de proximidade da situação e dos personagens, pelos enquadramentos, pela luz, pelas interpretações, tudo muito orgânico e real.
Falando em interpretações, Van Saint soube tirar o melhor de cada um. Num filme onde a
maioria dos personagens é homossexual, era de se imaginar que algum ator caisse pra caricatura, mas isso não aconteceu.Pra quem gosta de curiosidades, algumas pessoas que fizeram efetivamente parte da história aparecem de verdade no filme, sejam interpretando a si mesmos ou fazendo aparições discretas, nem que seja no cantinho da tela.
Ah, uma das coisas que mais gostei no filme foi o relacionamento entre Milk e Scotty, daquele tipo que todo mundo procura.
Num falei do Sean Penn né? É que sou suspeita, AMO! Mas ele realmente mereceu o prêmio, construiu detalhadamente um personagem complexo e cheinho de facetas.
Mas eu queria 15
Boneco do Charlie

Eu já disse aqui que adoro Charlie e Lola, por isso fiquei babando quando vi hoje no shopping os bonecões dos personagens. Num precisa nem ser os dois, quem quiser me dar o do melhor irmãozão do mundo eu tô aceitando.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Trilogia completa
Finalmente assisti ao único filme que faltava pra completar a trilogia da vingança de Chan-Wook Park: Mr. Vingança, que resumindo bem resumidamente narra a história de Ryu, que pra conseguir um rim para a irmã doente se envolve com traficantes de órgãos e sequestra a filha do cara que tinha lhe demitido.Diferente de Lady Vingança e Oldboy, achei esse filme beeeem mais leve, com ótimos momentos de humor, principalmente na primeira metade e na maioria das vezes graças a namorada comunista do Ryu, minha personagem preferida sem dúvida, uma figurinha que faz um ótimo contra-ponto, já que ele é surdo-mudo e ela fala pelos cotovelos.
Apesar da leveza inicial não perde nada pros outros quando entra na violência, tanto na física quanto na psicológica, e também nos surpreende no final, com grandes e pequenos detalhes.
Falando em detalhes, duas coisas são presenças constantes no filme, a cor verde, que está no cabelo do Ryu e em praticamente todas as cenas, e o silêncio nas mais diversas formas e interpretações. Aliás, o elenco também arrasa.
Pra completar: se existe uma lista dos personagens mais azarados do cinema, com certeza Ryu está nas cabeças!!!
Agora é aguardar pra ver se Thirst, o filme de vampiros que Chan-Wook Park lançou recentemente em Cannes, também vai ser tão bom quanto a Trilogia da Vingança.
Agora é aguardar pra ver se Thirst, o filme de vampiros que Chan-Wook Park lançou recentemente em Cannes, também vai ser tão bom quanto a Trilogia da Vingança.
sábado, 15 de agosto de 2009
Conhecer pra gostar
Já ouvi muita gente dizendo que aqui em Teresina não existem muitos espetáculos teatrais ou de dança porque o público não tem interesse. Sempre achei isso uma grande besteira, acredito que dando oportunidade, as pessoas apreciam sim! Ontem tive prova disso. No meio das bandas que estavam se apresentando no Teresina é Pop a produção colocou uma apresentação de dança, o que pode parecer um certo despropósito e até corta onda num festival desses. No começo muitas vainhas e risadas, aos poucos o povo foi se chegando na frente do palco e um silêncio absurdo tomou conta do lugar. Contemplação absoluta e muuuuuitas palmas no final. É o que eu disse, tendo oportunidade todo mundo gosta de um tantinho de arte na sua vida!
domingo, 9 de agosto de 2009
Eu tô tentando...
Hoje comentei no twitter que tô me esforçando pra caramba, mas tá difícil. Aí o Ivo disse que ao ler lembrou dessa esquete do Mussum, que ele fez o favor de me mandar. E vou dizer: tô me encaminhando pro mesmo final!!!
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